Nada revela tanto sobre o caráter de uma pessoa quanto as coisas que a fazem sorrir
15 de setembro de 2010
5 de setembro de 2010
Insônia
Estou sem vontade de dormir.
Já fazem 48 horas.
Não sei porque. Sou uma tremenda dorminhoca, que tem preguiça de ir ao banheiro aos finais de semana. Me vejo andando de um lado para o outro. Dando pulos, exercitando meus braços.
Não quero dormir. Quero me desafiar, e por um simples momento deixar de sonhar.
Porque é o que sempre acontece quando me deito para dormir. Quero aprender a me libertar dos pensamentos enquanto ainda estou acordada. De pé.
E como são profundos e extensos esses pensamentos.
As palavras estão fugindo de mim. Elas parecem não querer participar mais uma vez de minhas alucinações, e de meus devaneios.
Sinceramente, preciso desabafar. Estou me remoendo aqui. De ódio, de angústia. E ao mesmo tempo de amor e paz.
Estranho, não?
Também acho.
E sabe o que mais quero nesse momento?
Um beijo seu. E sabe-se lá porque estou esperando por isso. Estaria eu beirando a insanidade outra vez?
Não sei.
Já fazem 48 horas.
Não sei porque. Sou uma tremenda dorminhoca, que tem preguiça de ir ao banheiro aos finais de semana. Me vejo andando de um lado para o outro. Dando pulos, exercitando meus braços.
Não quero dormir. Quero me desafiar, e por um simples momento deixar de sonhar.
Porque é o que sempre acontece quando me deito para dormir. Quero aprender a me libertar dos pensamentos enquanto ainda estou acordada. De pé.
E como são profundos e extensos esses pensamentos.
As palavras estão fugindo de mim. Elas parecem não querer participar mais uma vez de minhas alucinações, e de meus devaneios.
Sinceramente, preciso desabafar. Estou me remoendo aqui. De ódio, de angústia. E ao mesmo tempo de amor e paz.
Estranho, não?
Também acho.
E sabe o que mais quero nesse momento?
Um beijo seu. E sabe-se lá porque estou esperando por isso. Estaria eu beirando a insanidade outra vez?
Não sei.
2 de setembro de 2010
To My Rainbow
Só queria te dizer o quanto te amo.
O quão importante se tornou para mim.
Agradeço, simplesmente por existir e por ter aparecido na minha vida.
E se dizem que sou sua "Estrela", então posso afirmar que você é meu "Arco-Íris",
ou até mesmo meu "Céu", pois sei que estará comigo quando eu mais precisar
e que sem você minha vida terá um enorme espaço, de onde foi tirado um grande pedaço.
Você pode não saber, nem perceber.
Mas quando estou triste, só de falar contigo,
já me sinto bem.
Por isso, obrigada.
Nunca, nunca mesmo, se esqueça de mim.
Essa será a única coisa em toda nossa vida que irei exigir de você.
Com Muito Amor
Lição de Vida
Hoje foi um dia que me provou que é possível encontrar as melhores pessoas e aprender as mais incríveis lições em qualquer lugar, até mesmo em uma simples mesa de bar.
E sim, esse dia tinha tudo para ser um simples dia comum, com todos aqueles probleminhas básicos e aquelas chatisses de pessoas chatas. Mas felizmente não foi.
Essa história vai ser um tanto quanto longa, portanto preparem sua paciência...
Pulando para a parte que importa.
Saí mais cedo do curso que faço todos os dias a tarde devido a um enrolo que não cabe explicar aqui.
Decidimos por ir a um bar qualquer, sentar e conversar um pouco. E assim o fizemos. Eu e mais três amigas.
Papo vai, papo vem, surgem duas mulheres, por volta dos cinquenta anos, e perguntam se podem se juntar a nós. Falamos contentes: "Claro!" e elas assim o fazem. Rimos, pois eu e uma de nossas amigas já havíamos passado por algo similar em outro bar da cidade.
E ai é que esta minha história.
Elas dizem ter decidido se juntar a nós após uma discussão um tanto engraçada de que deveriam ou não se aproximar. O que por fim fizeram. Tudo porque queriam sentir alegria em dividir boas risadas com jovens adolescentes bobinhos.
Bom, sendo mais objetiva.
Elas eram um casal. Juntas a longos oito anos.
Duas de minhas amigas foram embora, enquanto eu e outra permanecemos.
Então logo elas começaram a falar de suas vidas, do preconceito que sofreram, dos problemas na família.
Sem medo ou receio algum elas dividiram conosco suas histórias. E belas histórias foram essas. Dignas do maior respeito que um ser humano pode oferecer.
Todas as suas palavras me envolveram e me deixaram no maior e mais complexo estado de reflexão. As mesmas palavras abriram meus olhos para cada momento de minha vida.
Uma delas contou ter tudo em um momento da vida, mas disse ter perdido tudo por ter sido generosa demais, por ter confiado nas pessoas erradas quando elas pareciam ser as mais certas. Me contou com muita emoção que havia sido diagnosticada com Hepatites A e B. Que antes da companheira, nunca havia tido nenhuma outra mulher, disse que antes dela até repudiava esse tipo de atitude. E foi engraçado pensar que esse tipo de coisa acaba por acontecer mais de uma vez.
A outra contou de suas paixões, da sua jovem filha que acabou por se descobrir homossexual também. Nos disse que as únicas coisas de que se arrependia era exatamente daquilo que não fez, por medo ou por simples covardia. Nos contou de seu grande amor, de suas grandes amigas.
Sabe, eu posso garantir que não sei contar como as coisas realmente se sucederam, mas sei de tudo o que aprendi, ou que confirmei após aquela conversa que durou pouco mais de uma hora.
O destino, se é que ele existe, fez um grande favor a nós.
Aprendi que o medo não é um impessilho, é apenas um teste, que tem lá suas proporções, mas que pode ser combatido se assim eu desejar.
A vida é complicada mesmo, e sempre vai existir aquela gama enorme de pessoas que te querem mal, e aquela pequena porção que te quer bem.
E que eu devo agradecer por tudo que tenho, por mais insignificante que possa parecer.
E principalmente, se gosto de alguém ou de algo, se desejo muito algo. Devo lutar, lutar sem parar contra tudo e todos que queiram me impedir. Pois a felicidade que realmente importa é a minha em conjunto com a das pessoas que amo.
E sim, esse dia tinha tudo para ser um simples dia comum, com todos aqueles probleminhas básicos e aquelas chatisses de pessoas chatas. Mas felizmente não foi.
Essa história vai ser um tanto quanto longa, portanto preparem sua paciência...
Pulando para a parte que importa.
Saí mais cedo do curso que faço todos os dias a tarde devido a um enrolo que não cabe explicar aqui.
Decidimos por ir a um bar qualquer, sentar e conversar um pouco. E assim o fizemos. Eu e mais três amigas.
Papo vai, papo vem, surgem duas mulheres, por volta dos cinquenta anos, e perguntam se podem se juntar a nós. Falamos contentes: "Claro!" e elas assim o fazem. Rimos, pois eu e uma de nossas amigas já havíamos passado por algo similar em outro bar da cidade.
E ai é que esta minha história.
Elas dizem ter decidido se juntar a nós após uma discussão um tanto engraçada de que deveriam ou não se aproximar. O que por fim fizeram. Tudo porque queriam sentir alegria em dividir boas risadas com jovens adolescentes bobinhos.
Bom, sendo mais objetiva.
Elas eram um casal. Juntas a longos oito anos.
Duas de minhas amigas foram embora, enquanto eu e outra permanecemos.
Então logo elas começaram a falar de suas vidas, do preconceito que sofreram, dos problemas na família.
Sem medo ou receio algum elas dividiram conosco suas histórias. E belas histórias foram essas. Dignas do maior respeito que um ser humano pode oferecer.
Todas as suas palavras me envolveram e me deixaram no maior e mais complexo estado de reflexão. As mesmas palavras abriram meus olhos para cada momento de minha vida.
Uma delas contou ter tudo em um momento da vida, mas disse ter perdido tudo por ter sido generosa demais, por ter confiado nas pessoas erradas quando elas pareciam ser as mais certas. Me contou com muita emoção que havia sido diagnosticada com Hepatites A e B. Que antes da companheira, nunca havia tido nenhuma outra mulher, disse que antes dela até repudiava esse tipo de atitude. E foi engraçado pensar que esse tipo de coisa acaba por acontecer mais de uma vez.
A outra contou de suas paixões, da sua jovem filha que acabou por se descobrir homossexual também. Nos disse que as únicas coisas de que se arrependia era exatamente daquilo que não fez, por medo ou por simples covardia. Nos contou de seu grande amor, de suas grandes amigas.
Sabe, eu posso garantir que não sei contar como as coisas realmente se sucederam, mas sei de tudo o que aprendi, ou que confirmei após aquela conversa que durou pouco mais de uma hora.
O destino, se é que ele existe, fez um grande favor a nós.
Aprendi que o medo não é um impessilho, é apenas um teste, que tem lá suas proporções, mas que pode ser combatido se assim eu desejar.
A vida é complicada mesmo, e sempre vai existir aquela gama enorme de pessoas que te querem mal, e aquela pequena porção que te quer bem.
E que eu devo agradecer por tudo que tenho, por mais insignificante que possa parecer.
E principalmente, se gosto de alguém ou de algo, se desejo muito algo. Devo lutar, lutar sem parar contra tudo e todos que queiram me impedir. Pois a felicidade que realmente importa é a minha em conjunto com a das pessoas que amo.
22 de agosto de 2010
Amor?
Sabe, acho que cansei de entender o amor.
É um sentimento complexo demais. E eu poderia até tentar explicar aqui, a partir de algumas boas palavras bonitas, porém de que isso adiantaria, não é mesmo?
As pessoas amam demais, e sofrem demais também. Percebe-se, a partir daí, que o que é bom sempre precede de algo ruim ou vice versa.
Dizer que quem ama entende, protege e só quer bem ao ser amado já são coisas um tanto clichês. O que as pessoas não reparam é que dizem amar, mas não se atentam ao que essas palavras significam.
Vi pessoas que amaram tanto ao ponto de esquecer de si mesmas só para não ferir o outro. Vi a desonestidade fixada nos olhos de pessoas que diziam amar.
Se você ama de verdade não deveria se vangloriar, nem jogar na cara os momentos físicos que tiveram, Você não deveria pensar que é o máximo. Porque assim você mente. Você não ama.
Vi em uma das minhas aulas de filosofia sobre um filósofo chamado Feuerbach que dizia, entre outras coisas, que o Ser Humano precisa de um exemplo inicial para saber se algo existe, para entender esse "algo", para saber diferenciá-lo de outra coisa. Então pensei quem teria sido o primeiro jovem a vivenciar o amor para nos contar como é hoje. Como teria sido esse ser tão sensível ao ponto de nos ter mostrado esse único sentimento que carrega com sigo uma infinidade enorme de muitos outros.
O amor se tornou tão banal, mesmo para aquelas que sabem o quanto o mesmo é importante.
Queria poder dizer que entendo seu significado, que posso senti-lo aqui comigo durante todo o tempo que respiro. Temo pela sua ausência com demasiado pavor e angústia. E a sua presença me assusta com uma intensidade ainda maior.
Aquelas palavras tão cheias de verdades, que mais me parecem de amor e que querem tanto ser ditas para mim. Não falas porque?
Espero que se tenha mais coragem de dizer a mim o que eu não tenho coragem de proferir. E muito menos sequer de admitir. Porque talvez, o meu sorriso não seja mesmo mais o mesmo.
Acho que devo parar de achar que as pessoas me amam mais do que aparenta ser. Porque afinal, se não se tem coragem de dizer, será que amor real haverá de ser?
É um sentimento complexo demais. E eu poderia até tentar explicar aqui, a partir de algumas boas palavras bonitas, porém de que isso adiantaria, não é mesmo?
As pessoas amam demais, e sofrem demais também. Percebe-se, a partir daí, que o que é bom sempre precede de algo ruim ou vice versa.
Dizer que quem ama entende, protege e só quer bem ao ser amado já são coisas um tanto clichês. O que as pessoas não reparam é que dizem amar, mas não se atentam ao que essas palavras significam.
Vi pessoas que amaram tanto ao ponto de esquecer de si mesmas só para não ferir o outro. Vi a desonestidade fixada nos olhos de pessoas que diziam amar.
Se você ama de verdade não deveria se vangloriar, nem jogar na cara os momentos físicos que tiveram, Você não deveria pensar que é o máximo. Porque assim você mente. Você não ama.
Vi em uma das minhas aulas de filosofia sobre um filósofo chamado Feuerbach que dizia, entre outras coisas, que o Ser Humano precisa de um exemplo inicial para saber se algo existe, para entender esse "algo", para saber diferenciá-lo de outra coisa. Então pensei quem teria sido o primeiro jovem a vivenciar o amor para nos contar como é hoje. Como teria sido esse ser tão sensível ao ponto de nos ter mostrado esse único sentimento que carrega com sigo uma infinidade enorme de muitos outros.
O amor se tornou tão banal, mesmo para aquelas que sabem o quanto o mesmo é importante.
Queria poder dizer que entendo seu significado, que posso senti-lo aqui comigo durante todo o tempo que respiro. Temo pela sua ausência com demasiado pavor e angústia. E a sua presença me assusta com uma intensidade ainda maior.
Aquelas palavras tão cheias de verdades, que mais me parecem de amor e que querem tanto ser ditas para mim. Não falas porque?
Espero que se tenha mais coragem de dizer a mim o que eu não tenho coragem de proferir. E muito menos sequer de admitir. Porque talvez, o meu sorriso não seja mesmo mais o mesmo.
Acho que devo parar de achar que as pessoas me amam mais do que aparenta ser. Porque afinal, se não se tem coragem de dizer, será que amor real haverá de ser?
15 de agosto de 2010
Para uma pessoa chamada Ina.
Fiquei um bom tempo parada em frente a tela para tentar descobrir uma maneira de começar.
Tudo porque lembrei em forma de sonho, da ultima vez que nos vimos.
Eu ainda não entendi como tudo aconteceu.
Em um momento você estava comigo, e pouco depois não te vi nunca mais.
Minha mente infantil nunca pensou que aquela alegria teria um fim.
Você sempre foi para mim uma parte de uma família que eu nunca tive.
E agora que cresci, percebi que poderia ter sido melhor.
Queria tanto ter aproveitado mais e não ter te magoado em momento algum.
Pensei e vi que tivemos que pagar por um erro que não cometemos, um erro que não foi nosso.
E isso é o que me deixa mais irritada.
Por mais que eu odeie fazer isso. Em diversos momentos me pego pensando em como as coisas seriam se não tivéssemos nos distanciado.
Quem diabos pode ser tão insensível a ponto de te mandar para outro país só para não me ver mais?!
Éramos apenas crianças...
Gostávamos de estar juntas, de rir de tudo, de enlouquecer nossas mães.
Será que foi culpa minha? Será que fui eu que te fiz partir?
Queria poder te dizer tantas coisas. Te pedir perdão e dizer que sinto muito a sua falta.
Que sempre que me lembro não consigo controlar o meu choro.
Lembro de como éramos unidas. De como eu me sentia bem quando acordava com seu sorriso dizendo "Acordou dorminhoca?!". Lembro das nossas inúmeras viagens à praia. E do seu ciúme quando eu ao menos pensava em gostar de uma outra "irmã" ou até amiga. Lembro que sua irmã me odiava e que ela me desejava beeem longe de você. E bom, nós costumávamos rir um pouco disso.
Lembro de uma noite que acordei desesperada depois de um pesadelo, e você me acalmou como ninguém. Até agora não sei se foi um sonho.
Sabe, eu me sinto perdida em muitos momentos. E é nessas horas que desejo mais que você esteja aqui. Principalmente porque, sua voz sempre me acalmou.
Ainda lembro do seu rosto, do seu olhar. O que é estranho, pois os anos já se passaram a tempos, oito, para ser mais exata.
Não sei se recorda disso tudo. E faria qualquer coisa para saber o que esta pensando agora.
Queria muito te rever, mas a distância é grande demais...
Li em algum lugar, que é natural as pessoas morrerem, ou se distanciam, pois se não fosse por isso, não saberíamos o quanto a amamos. Mas eu não quero que você morra de dentro de mim
Eu ainda Te Amo. E muito.
Éramos só crianças.
Tudo porque lembrei em forma de sonho, da ultima vez que nos vimos.
Eu ainda não entendi como tudo aconteceu.
Em um momento você estava comigo, e pouco depois não te vi nunca mais.
Minha mente infantil nunca pensou que aquela alegria teria um fim.
Você sempre foi para mim uma parte de uma família que eu nunca tive.
E agora que cresci, percebi que poderia ter sido melhor.
Queria tanto ter aproveitado mais e não ter te magoado em momento algum.
Pensei e vi que tivemos que pagar por um erro que não cometemos, um erro que não foi nosso.
E isso é o que me deixa mais irritada.
Por mais que eu odeie fazer isso. Em diversos momentos me pego pensando em como as coisas seriam se não tivéssemos nos distanciado.
Quem diabos pode ser tão insensível a ponto de te mandar para outro país só para não me ver mais?!
Éramos apenas crianças...
Gostávamos de estar juntas, de rir de tudo, de enlouquecer nossas mães.
Será que foi culpa minha? Será que fui eu que te fiz partir?
Queria poder te dizer tantas coisas. Te pedir perdão e dizer que sinto muito a sua falta.
Que sempre que me lembro não consigo controlar o meu choro.
Lembro de como éramos unidas. De como eu me sentia bem quando acordava com seu sorriso dizendo "Acordou dorminhoca?!". Lembro das nossas inúmeras viagens à praia. E do seu ciúme quando eu ao menos pensava em gostar de uma outra "irmã" ou até amiga. Lembro que sua irmã me odiava e que ela me desejava beeem longe de você. E bom, nós costumávamos rir um pouco disso.
Lembro de uma noite que acordei desesperada depois de um pesadelo, e você me acalmou como ninguém. Até agora não sei se foi um sonho.
Sabe, eu me sinto perdida em muitos momentos. E é nessas horas que desejo mais que você esteja aqui. Principalmente porque, sua voz sempre me acalmou.
Ainda lembro do seu rosto, do seu olhar. O que é estranho, pois os anos já se passaram a tempos, oito, para ser mais exata.
Não sei se recorda disso tudo. E faria qualquer coisa para saber o que esta pensando agora.
Queria muito te rever, mas a distância é grande demais...
Li em algum lugar, que é natural as pessoas morrerem, ou se distanciam, pois se não fosse por isso, não saberíamos o quanto a amamos. Mas eu não quero que você morra de dentro de mim
Eu ainda Te Amo. E muito.
Éramos só crianças.
12 de agosto de 2010
Covardia!
Uma pessoa me disse um dia que sou covarde. E na realidade, nunca alguém me acusou com tanta veemência e timidez assim.
Fique pensando, e mais do que nunca percebi que sou mesmo.
Covarde por omitir verdades, por acreditar que sou melhor assim, por amar e não admitir, por querer chorar e nunca conseguir, por tentar dar voltas circulares em um mundo tão quadriculado, por sofrer em silêncio quando não é preciso.
Passei tanto tempo tentando me proteger que não percebi que estava sendo ferida de forma profunda bem naquilo que chamam de alma e que apelidam de coração.
Sou uma covarde acobertada por contraditórios. Contraditórios esses, suspensos no ar, livres para magoar qualquer um que queira.
Esses mesmos contraditórios que ainda me fazem acreditar que sou corajosa. Mas que se dane os motivos disso.
Então sou uma entre bilhões de covardes nesse mundo, e uma entre milhões que admitem seus erros.
E querendo ou não.
Somos todos covardes, e o incapaz não pode julgar o capacitado.
Talvez seja uma covardia admitir isso... Mas quem se importa?...
Fique pensando, e mais do que nunca percebi que sou mesmo.
Covarde por omitir verdades, por acreditar que sou melhor assim, por amar e não admitir, por querer chorar e nunca conseguir, por tentar dar voltas circulares em um mundo tão quadriculado, por sofrer em silêncio quando não é preciso.
Passei tanto tempo tentando me proteger que não percebi que estava sendo ferida de forma profunda bem naquilo que chamam de alma e que apelidam de coração.
Sou uma covarde acobertada por contraditórios. Contraditórios esses, suspensos no ar, livres para magoar qualquer um que queira.
Esses mesmos contraditórios que ainda me fazem acreditar que sou corajosa. Mas que se dane os motivos disso.
Então sou uma entre bilhões de covardes nesse mundo, e uma entre milhões que admitem seus erros.
E querendo ou não.
Somos todos covardes, e o incapaz não pode julgar o capacitado.
Talvez seja uma covardia admitir isso... Mas quem se importa?...
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